Jó 31:30

(Também não deixei pecar a minha boca, desejando a sua morte com maldição);
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Outras Versões

ARA - Almeida Revista Atualizada 1993

(Também não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecações a sua morte.);

ARC - Almeida Revista Corrigida 1995

(também não deixei pecar o meu paladar, desejando a sua morte com maldição);

JFAA - João Ferreira de Almeida Atualizada

(mas eu não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecação a sua morte);

JFAA1987 - João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

(Também não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecações a sua morte.);

JFAC1948 - João Ferreira de Almeida Corrigida 1948

(também não deixei pecar o meu paladar, desejando a sua morte com maldição);

AA - Almeida Revisada Imprensa Bíblica

(mas eu não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecação a sua morte);

KJ1999 - King James Atualizada 1999

eu, que jamais permiti que minha boca pecasse, lançando maldição sobre ele;

NAA - Nova Almeida Atualizada

— eu que não deixei a minha boca pecar, rogando praga para que morresse —;

NTLH - Nova Tradução na Linguagem de Hoje

E nunca fiz uma oração pedindo a Deus que matasse algum deles.

NVI - Nova Versão Internacional

eu, que nunca deixei minha boca pecar, lançando maldição sobre ele;

NVT - Nova Versão Transformadora

Não, jamais cometi o pecado de amaldiçoar alguém ou de pedir sua morte como vingança.

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Jó 31:30
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Contexto

29 Se me alegrei da desgraça do que me tem ódio, e se exultei quando o mal o atingiu

30 (Também não deixei pecar a minha boca, desejando a sua morte com maldição);

31 Se a gente da minha tenda não disse: Ah! Quem nos dará da sua carne? Nunca nos fartaríamos dela.

Referências Cruzadas

Jó 5:3 Livros Poéticos

Bem vi eu o louco lançar raízes; porém logo amaldiçoei a sua habitação.

Salmos 7:4 Livros Poéticos

Se paguei com o mal àquele que tinha paz comigo (antes, livrei ao que me oprimia sem causa),