O ímpio deseja a rede dos maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
O perverso quer viver do que caçam os maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
Deseja o ímpio a rede dos maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
Deseja o ímpio o despojo dos maus; porém a raiz dos justos produz o seu próprio fruto.
O perverso quer viver do que caçam os maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
Deseja o ímpio a rede dos maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
Deseja o ímpio o despojo dos maus; porém a raiz dos justos produz o seu próprio fruto.
O perverso cobiça até os despojos saqueados pelos maus; a raiz dos justos, entretanto, produz seu fruto no tempo certo.
O ímpio quer viver do que caçam os maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
Os perversos querem viver daquilo que os maus conseguem, mas os bons continuam firmes fazendo o bem.
Os ímpios cobiçam o despojo tomado pelos maus, mas a raiz do justo floresce.
Os ladrões invejam o despojo uns dos outros, mas os justos estão bem arraigados e florescem.
11 O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos é falto de juízo.
12 O ímpio deseja a rede dos maus, mas a raiz dos justos produz o seu fruto.
13 O ímpio se enlaça na transgressão dos lábios, mas o justo sairá da angústia.
O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio.
A alma do ímpio deseja o mal; o seu próximo não agrada aos seus olhos.